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[01] Trabalho, espadas e amizade!

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[01] Trabalho, espadas e amizade!

Mensagem por Nico em Sab 19 Abr 2014, 4:14 pm


Work hard!

PELOS VELHOS TEMPOS



Retirava a máscara de proteção ofegante, seu corpo suava e ansiava por descansar numa boa sombra. Todos os poucos integrantes do dojo de kenjutsu nem sequer haviam chegado, era apenas 11 horas e 37 minutos de qualquer forma. Agora sem o pesado equipamento de treino dirigiu-se à ala masculina de chuveiros, tomou uma ducha rápida, secou-se e vestiu uma roupa casual: Camiseta branca onde lia-se estampado num azul discreto "DON'T BOTHER ME", uma bermuda preta e sandálias daquelas que se usa em casa. Não ousou incomodar a dona do dojo, simplesmente pegou sua kendô, caso resolvesse treinar, e saiu.

Um dia de clima ameno, diferente do calor sufocante do South Blue, o qual nesse longo um ano e oito meses acabou por acostumar-se. Andava sem rumo pelos vilarejos de Karate Island, só almejava um lugar adequado para descanso. O tempo fora esmagado à cada passo, 13 horas e 23 minutos e tudo que havia feito é entreter-se com os anúncios, movimentação dos habitantes... Até parou para assistir uma ou duas lutas de boxe. Refletir sobre o ócio improdutivo pelo qual passava o motivou a procurar algum trabalho, sua vida de caçador estava parada, tinha cultivado tanto a adaptação ao novo corpo com partes metálicas e arte da espada que esquecera de algumas prioridades. Estava na hora de procurar por alguma recompensa, comprar uma espada de verdade, seja o que for, precisava agir de algum modo.

A intenção era ir sozinho para a guilda mais próxima, no entanto acabou sendo acompanhado por crianças do dojo de karate. Estavam maravilhados com uma simples kendô, pulavam e corriam ao seu redor tentando tocar na espada. — Cuidado! Isto nem é meu! Vão brincar. . Berrou com os pirralhos, correram felizes e tirando sarro da impaciência de Nico. Abriu um pirulito que tinha nos bolsos da bermuda e o colocou na boca.

Chegou a uma edificação pequena de concreto, assemelhava-se a um bar de dois andares, lembrou da primeira vez que viu o lugar, pensou ser uma taberna. Em seu interior, o piso era de madeira escura e polida, a entrada abria portas para um enorme salão com assentos em mesas de restaurante, abajures suspensos iluminavam cada mesa, no canto esquerdo um balcão também de madeira polida abrigava funcionários trajando jalecos brancos de chef. Sentou-se num banquinho, retirou o pirulito da boca e mesmo conhecendo algumas pessoas que ali trabalhavam, não se dirigiu a alguém em específico quando falou de forma que os que estivessem próximos pudessem escutá-lo — Estou procurando algum trabalho. Pode ser caça, encontrar algum ingrediente... Qualquer coisa com uma recompensa razoável está ótimo. .  


OBJETIVOS:


  • Conseguir uma recompensa por algum trabalho.
  • Conseguir uma boa katana.
  • Divertir-se narrando. =)


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Re: [01] Trabalho, espadas e amizade!

Mensagem por Hizumy em Sab 19 Abr 2014, 7:50 pm

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O Canto da Liberdade


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No pequeno e embelezado estabelecimento tudo parecia normal e calmo, como costumava ser. Silencioso, onde apenas o relógio de parede se fazia ouvir. O ponteiro pequeno do relógio oval marcava às 10:15h quando um enxame de homens, todos eles grandes e entroncados, adentraram no estabelecimento. Provavelmente não sabiam que aquele local não era um bar ou um restaurante vulgar. Que era algo dedicado à caçadores, mas ei... Quem lhes iria chamar a atenção? Suas mãos pareciam tão grandes e pesadas que seriam capazes de esmagar um crânio se assim o quisessem.
Instalaram-se, beberam e comeram a sua livre vontade, traziam ouro o suficiente para isso, logo, não havia problema em manter quarenta e sete homens ali.

Depois de muito blá, blá, blá e de quase quatro horas se passarem, a porta abriu-se novamente. Um novinho entrara na construção, sentara-se como se fosse cliente da casa e não fazendo caso dos estranhos ali, berrou com todo o ar que tinha nos pulmões.

Perante aquela cena toda, risos e gargalhadas encheram o espaço inteiro. Os estranhos achavam aquela criaturinha cómica. Pelo que dissera, aquele minorca era um caçador de recompensas.  Para não aborrecer o jovem, um homem alto e bem musculado, um dos mais musculados de todos, sendo que os próprios músculos tinham músculos, envolveu o pescoço da criança com o seu braço, de forma amigável, e juntou a sua face à dele enquanto erguia o seu copo de cerveja no ar.

- Então moço! Você anda a procura de um trabalho?! Ora essa, porque que alguém como você não entrar no campeonato mundial juvenil? É melhor arriscar a vida num duelo do que em trabalhos domésticos em que os caçadores estão habituados a fazer, não?! Ahaha!


Sim, o homem estava certo. Em karate Island estava atracado um colossal galeão que seria o palco da maior atracção de todas. Um campeonato juvenil de escala mundial. Jovens entre os 8 aos 17 anos de todos os Blues estavam ali para participar e os prémios eram os mais variados.    
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Re: [01] Trabalho, espadas e amizade!

Mensagem por Nico em Sab 19 Abr 2014, 8:52 pm


Work hard!

PELOS VELHOS TEMPOS


O cheiro daquela guilda restaurante era sempre tão agradável, os temperos e molhos mesclavam-se no ar trazendo uma fragrância deleitosa aos clientes, uma estratégia para fazer com que gastassem mais ou simples característica da casa, não saberia dizer, já realizara trabalhos ali antes e lá aprendera a cozinhar com os melhores chefes da ilha, fazer pratos e experimentá-los era seu hobby favorito, o estranho era que naquele dia em particular o cheiro estava longe de inspirá-lo e a comida que saía dos balcões para as mesas, podia perceber, não foram feitas com vontade e amor pela gastronomia.

Entrara tão focado em conseguir uma tarefa que não percebera a movimentação de uma clientela repugnante no fundo do estabelecimento, aqueles brutamontes com músculo maiores do que o próprio cérebro explicavam a situação deplorável com que a comida era preparada. Chegava a ofender seu orgulho como cozinheiro, porém são ossos do ofício. Se estavam famintos, nada mais justo que sejam alimentados, contanto que pagassem. Nem mesmo importou-se com as chacotas em cima de seu exagerado pedido por serviço, não entendeu o que havia sido tão cômico em suas palavras. Ser caçoado daquela forma, Nikyo costumava sofrer do mesmo mal, recordou-se.

Virou-se para a estante com bebidas à sua frente, ignorando-os. Provavelmente algum superior estava procurando uma solicitação de caça naquele exato momento, logo teria em mãos uma tarefa e tão rápido quanto a receberia, a terminaria. Sentiu que a multidão de homens havia diminuído a algazarra, um comentário ou outro era feito seguido por poucas risadas, deveriam estar observando. Um deles aproximava-se, clamou para que não fosse em sua direção, e este envolvera o pescoço de Nico em seus... Braços? Se é que poderia chamar aquela porção exagerada de músculo de braços, praguejou por estar errado.

O homem não havia sido um completo idiota, o lembrou do evento que ocorreria ali, naquele mesmo dia. Como pôde esquecer? A movimentação incomum, os lutadores novos pela ilha, sentiu-se estúpido por não reparar, mas pouco motivado a participar. Estava fora dos seus planos até então, deveria ter se preparado mais. Conhecia todos os torneios que ocorriam em Karate Island, anualmente no mínimo dezenas eram realizados e já morava ali tempo demais para nunca ouvir falar no Campeonato Mundial Juvenil que a ilha abrigava todos os anos. No entanto, as palavras do musculoso ao seu lado feriram seu orgulho como caçador, e tinha um péssimo hábito de revidar alguns desaforos. — Trabalhos domésticos de caçadores? Tsc, você não sobreviveria à uma caça. Mas é possível que o campeonato tenha algum prêmio do meu interesse, se a guilda não possuir um trabalho. .  




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Re: [01] Trabalho, espadas e amizade!

Mensagem por Hizumy em Sab 19 Abr 2014, 11:13 pm

O Canto da Liberdade


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Dom./13.45 - Clima: Tarde Soalheira de Verão. 28º graus C.

Talvez o jovem garoto fizera errado em abrir a boca. Assim que se calara uma cacofonia em gargalhadas recomeçara. Todo o bar ria-se do jovem caçador. Até mesmo o companheiro que o abraçara. Todos os estrangeiros se riam, mas não de uma forma desprezível e maliciosa, estavam contentes e alegres, bêbados por assim dizer, riam-se sem malícia e esperavam que o mesmo se risse também.  Talvez o pequenote não se apercebesse, mas aqueles muitos homens ali, todos eles tinham algo em comum, além dos músculos, óbvio. Todos usavam a tatuagem da "fada". Uma tatuagem conhecida no West Blue, e também no resto dos Blues, por pertencer a uma das 10 guildas de caçadores mais poderosas do momento.

- AhahHAHA! Garoto! Você deve ter razão! Pena que nunca fui a uma caçada! ASHUAHSUAHSU!

Irónico, o gigante fingia concordar com o jovem garoto, não para troçar mais dele e fazer os outros rirem-se em gargalhadas, que fora o que tinha acontecido, mas para não o deixar irritado. Sempre acompanhando suas falas com um golo de cerveja, lá continuou o seu discurso com o garoto, mas agora, um pouco mais sério.

- Sabe, pequenote... Esse torneio juvenil é algo muito bom! Não o torneio em si, claro! Mas em especial o deste ano! Você se diz um caçador, certo? Então diz-me, já caçou algum foragido de verdade? Aposto que todos os trabalhos que fez tinham que ver com capturar animais de estimações que fugiram das suas donas gordas, arrancar ervas daninha, ou apanhar algum ladrãozeco.... Ou seja, trabalhos domésticos!  O torneio mundial juvenil deste ano, segundo os rumores, terá a participação de uma SUPERNOVA! Sabe o que isso é? Aposto que não! Um dos piratas novatos mais procurados da GRand Line estará aqui! A única maneira de capturar aquele samuraizinho é o enfrentando na arena....

Sim. Sem dúvidas nenhumas de que o assunto era verdade e sério. A medida que as palavras iam voando da boca para fora do homem, mais sérios se tornavam os olhares dos presentes, mais pressão carregava as suas veias e mais fortes se tornavam os seus músculos. Pareciam preparados para matar alguém.  A atmosfera festiva e alegre transformara-se em questão de segundos numa atmosfera sombria, com sede de vingança e morte.

Retirando o seu braço do pescoço da pequena criatura, o gigante revolveu o bolso da sua jeans, procurava algo que acabou por encontrar. Era um pedaço de papel amachucado. Um papel meio marrom ou bege, papel muito conhecido por aqueles que se denominam "Caçadores de Piratas".

- Esse diabrete de 16 anos é um foragido de Wano.. Sua recompensa... Uns absurdos B& 108.000.000!

Voltando-se para as mesas e para os seus companheiros o homem bebeu mais um golo e assentou-se. Na mesa onde o jovem estava sentado, deixara ficar o cartaz de procurado da criatura. Era um jovem de cabelo preto e tinha uma cicatriz no rosto.

Aos poucos o murmúrio e a diversão foram regressando ao restaurante, mas nada comparado ao que fora minutos atrás. Estavam todos mais densos e nervosos. Via-se nos seus olhares a decepção e o falhanço, provavelmente por que não iriam conseguir capturar aquela presa em Karate Island, pois ali, o jovem estava protegido pelas leis e apenas poderia ser derrotado na arena.
Deixando os forasteiros de lado, uma jovem rapariga de cabelo rosa amarrado à bailarina, veio sentar-se ao lado do garoto. Ela trazia uma bandeja com alguns doces num prato e outros para viagem. Parecia conhecer muito bem os gostos do garoto. Pois trazia várias fatias de bolos, tinha uma de chocolate, uma de natas, uma de abóbora... além disso, trazia um copo fresco com chá gelado e trazia também um pedaço de papel com um serviço para o garoto, caso ele quisesse.


 No papel a mensagem escrita:

 
" Preciso de ajuda!  O meu cachorro fugiu! Alguém que o recupere, ofereço uma boa grana a quem o trouxer de volta!"

- É o único serviço que temos há três dias.... Nada de especial, ninguém o quer. Até acho que o dono já encontrou o animal!

Disse a garota em voz baixa para não ser escutada pelos outros. O dia ainda estava longe de terminar e muitas coisas esperavam por Nico, bastava ele decidir qual caminho iria seguir. Se bem que tinha que pensar rápido, não tardaria muito para as inscrições terminarem, em 47 minutos começaria o tal torneio, onde um outro sujeito também iria participar.
 
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Re: [01] Trabalho, espadas e amizade!

Mensagem por Nico em Dom 20 Abr 2014, 12:25 am


Work hard!

PELOS VELHOS TEMPOS



Uma sensação desconfortável começava a tomar conta de Nico aos poucos, em princípio um simplório vazio, como quando não se pega uma piada interna. Algo ali não estava certo, algo que o jovem não fora capaz de compreender. Observava o grandalhão que lhe falava com um ar de dúvida, provavelmente estava enganado em subestimar todos aqueles ali presentes, eram mais do que músculos, certamente. O quê eram a mais, não saberia dizer. Começou a mastigar o pirulito em sua bochecha, mexer o pé freneticamente no banco, franzir o cenho enquanto observava, era tudo o que tinha certeza de que estava fazendo corretamente, era muita inquietação.

Não somente a expressão, a fala e o olhar do grande e seus companheiros tomaram um rumo sério, o assunto em si. Nico sentia tanto orgulho de dizer ser um caçador, quando na verdade seus feitos se resumiam em meras caçadas de alguns animais selvagens, bandidos e outras porcarias citadas pelo confrade ao seu lado. O máximo que havia aproximado-se de um caçador de recompensa teria sido a vez em que batalhara pelo fruto ao lado de Nikyo, mas quantos anos fazia aquilo? Dois? Mais provavelmente. Ali, naquele restaurante rústico e ao mesmo tempo elegante, que cheirava aos deliciosos pratos dos melhores chefes da ilha, estava sendo cogitado a cabeça de um Supernova. Quando teria a oportunidade de caçar algo dessa magnitude outra vez? Questionava-se. Aquele papel amarrotado, meio bege, meio marrom, meio rasgado, estava falando de alguém realmente poderoso, alguém que tiraria Nico da monotonia e o colocaria ao nível que Nikyo provavelmente estaria naquele momento.

Segurou o cartaz de procurado do samurai de Wano com toda a força que seus braços lhe permitiam, os nós dos punhos chegavam a doer pelo mal jeito com que o fizera. Com a outra mão afastara a atendente que tentava não lhe constranger mais do que o mesmo já tinha feito perante a trupe de fortões. Sacou rapidamente sua kendô e estendeu o cartaz para o grupo ao fundo da guilda. — ARGH! Muito bem! Eu irei adentrar no torneio e o capturarei. Veremos se irão rir de um caçador outra vez, malditos! Vociferou de tal forma que soara tão másculo quanto a aparência daqueles que observavam seu gesto estúpido. Como levar a sério um adolescente magricela, segurando uma espada de bamboo e que se alto proclamava "o" caçador de recompensas? Pensar sobre o constrangeu. Virou o chá gelado num só gole, comera numa mordida cada bolo e atentou-se ao relógio, ainda restava meia-hora para encerrar as inscrições. — Coloque na minha conta, eu voltarei para pagar-lhe! Tem a minha palavra. Dito isso, colocou o cartaz num dos bolsos, abriu outro pirulito, e saiu as pressas do estabelecimento.

Nunca reparara nas vantagens de ser um ciborgue, até porque nem tinha tantos mecanismos assim em seu corpo, mas ali enquanto corria, sentia que era muito mais rápido do que um comum e a fadiga nem sequer o alcançava, mesmo depois de estar passando pelo terceiro vilarejo. Chegou no quarto, onde encontrava-se o dojo de kenjutsu, entrou sem cerimônia. Seus olhos percorriam todo o lugar, e os integrantes do dojo observavam-no atônitos com a entrada inesperada, logo Nico que sempre respeitava a ordem da acadêmia. Deixou ali sua kendô e pegara emprestado uma katana de verdade, não sabia de quem era e nem como era e só sabia ser de verdade por conta do peso, o peso metálico, conhecia-o bem. Só rezava para que não fosse a Meitou da mestra, caso fosse estaria em sérios apuros. Principalmente se perdesse aquele campeonato.

Correu por mais uma estrada enorme, precisou comer dois pirulitos no caminho ou a fadiga o teria dominado. No quinto vilarejo em que passava a movimentação era enorme, a multidão comercializava armas e admirava lutadores por todos os cantos, mas encontrou o que procurava em frente a arena. Uma barraca de madeira simples, com um funcionário idoso registrando os membros. — Me chamo Nico Baelish, 17 ano de idade e desejo participar do Campeonato Mundial Juvenil! Berrou ao senhor de idade tão formal quanto um soldado poderia ser. Uma pena sua aparência não estar tão digna quanto sua apresentação: Sandálias para se andar em casa, bermuda e camiseta.  



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Re: [01] Trabalho, espadas e amizade!

Mensagem por Hizumy em Dom 20 Abr 2014, 1:12 am

A Liberdade que foi Escutada!


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Dom./13.45 - Clima: Tarde Soalheira de Verão. 28º graus C.

Sua atitude fora a atitude de uma criança, pior, fora a atitude que um jovem tolo e idiota costuma ter. Ou seja, a atitude correcta para um caçador. Aquele berro, aquele falar firme e convicto das suas habilidades e limites, mas ao mesmo tempo duvidoso, almejando chegar mais e mais longe. Tudo aquilo era algo que o gigante musculoso queria ouvir da boca do jovem garoto.  Não sabendo muito bem o porque, mas desde o momento em que adentrou minutos atrás no restaurante que o homem tinha os olhos postos em cima dele.  Muito provavelmente não ouvira, pois saíra de forma apressada e decidida, mas assim que se levantou e caminhou para a porta, todos arrastaram as suas cadeiras para trás e aplaudiram-no de pé, brindando e festejando em gargalhadas às palavras do jovem caçador.

- HahAHAAH! Esse garoto promete! Quem sabe algum dia ouviremos falar dele! HAHAHSUAH!

Disse o grandão abraçado a outros companheiros. Já ia longe o jovem garoto quando a festarola fora interrompida por um vulto estranho e sinistro. Levava um chapéu de palha meio amarrotado, cabelo preso à samurai, vestes orientais e uma katana à cintura.  Assim que lhe puseram os olhos em cima, num único golpe, saltaram para cima da sombra. Do lado de fora ouviram-se gritos, golpes de ferro a bater contra ferro, cadeiras e móveis a serem arrastados e a voarem de um lado para o outro. 60 segundos depois de muita gritaria, o vulto sinistro sai do estabelecimento, deixando apenas sangue e cadáveres deitados no chão.

- Hum... Por fim consigo livrar-me dessas "fadinhas"!  

Algures pela ilha de Karate, o jovem robô corria contra o tempo. Literalmente.  Adentrava no dojo onde era habitual treinar e, sem perceber, agarrava numa espada que não lhe pertencia, pelos vistos não sabia que pegar emprestado sem pedir é roubar. E, além disso, não roubou uma espada qualquer, era uma Meitou, mais precisamente, uma Ryo Wazamono. De cabo rosado e bainha esverdeada, era a conhecida Harumichi, ou na nossa língua, "Caminho para a Primavera".  Uma espada sem igual e de extrema dificuldade em manejo.
 Despreocupado com a situação, ou pouco preocupado, correu em direcção ao barraquinha de inscrição, perto da arena. Um enorme e glorioso colisseu, todo ele sem igual. Lá, o nosso já conhecido idoso escreveu o nome do garoto com a sua pena e disse.

- Oh! Que rapaz tão esperto! Nada igual aos outros imbecis que apareceram hoje mais cedo... Bem, ande rápido que apenas tem 15 minutos para chegar ao porto e entrar no grande galeão. Não há enganos, há apenas uma fila enorme.. HUHUAHAHA!

 Se o jovem Nico andasse rápido, assim que colocasse o pé no porto ouviria o seu nome ecoar pelas den den mushi colunas. Muito provavelmente ficaria espantado com a magnitude do galeão e do porto de Karate Island. Sim, pois aquele porto tinham uma essência diferente de todos os outros portos. Ele tinha a combinação perfeita do azul cintilante do mar, das espumas brancas e limpas, do coaxar das ondas... A combinação do vento a roçar-se nas velas negras do galeão com dois quilómetros, com o gritar das aves e das gaivotas.... Tudo era uma visão inédita e inesquecível!
   
Harumichi:

Harumichi (Img):
Nome: Harumichi
Rank: B
Descrição: Harumichi é uma Ryou Wazamono, isto significa que ela é uma das 50 espadas de 1º grau, logo, é muito mais resistente, afiada e poderosa do que as espadas normais e comuns. Harumichi (Caminho para a Primavera) é a espada que busca pela harmonia e serenidade. Tem a capacidade de criar leves rajadas amenas de pétalas de cerejeira quando o seu possuidor está no Rank A. Até lá, cada corte seu é igual à -15 de Dano no oponente.

Off Game::


  • Hi! õ/ Eu já disse o Yahiko, mas vou te avisar também... Se você reparar, ambas as aventuras estão.. digamos, interligadas xD Sorry!
  • A espada que você pegou, bem como você disse, é da sua sensei, logo, você poderá não ficar com ela xD


 
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Re: [01] Trabalho, espadas e amizade!

Mensagem por Nico em Dom 20 Abr 2014, 2:50 pm


Work hard!

PELOS VELHOS TEMPOS



Sentiu-se lisonjeado pelo elogio do senhor, mas nada que lhe desse mais esperanças de que viria a vencer aquele campeonato. A passos largos rumou para o porto, mastigava alguns doces distraído com o cartaz que segurava em mãos, passava o dedo sobre a textura áspera do papel, em outras ocasiões viu semelhantes aquele, contudo o samurai ali retratado em especial o chamava a atenção. Em quatro meses faria dois anos que treinava o kenjutsu em Karate Island, e aparentemente seu destino era colocar suas técnicas a prova em alguns instantes, isso o deixava péssimo. Não lhe agradava realizar grandes feitos sem planejamento prévio, enfrentar um Supernova é uma das coisas que demandaria ótimo planejamento. Respirou fundo e quando levantou o olhar, se encontrava ao lado de uma enorme fila no porto.

Poucos minutos se passaram desde que juntou-se àqueles que esperavam ansiosamente por subir no majestoso galeão de velas negras e foi chamado sem grandes cerimônias, "Nico Baelish!", exclamara a voz já rouca no microfone. Enquanto dirigia-se ao navio, reparou no peso da katana que carregava embainhada, era incomum até mesmo para fios metálicos com os quais usara na acadêmia. "Não pode ser...", pensou no momento em que analisava a forma como as cores distribuídas pelo cabo e bainha assemelhavam-se a um ramo de cerejeira, aquela certamente era a Meitou de sua mestra. Ficou em pânico por alguns segundos, atônito, sequer conseguia segurar a espada direito, como se o peso houvesse dobrado desde que a reconhecera.  Caminhou ainda mais para dentro do porto, estava atrasado e teria de ignorar a circunstância, as gaivotas sobrevoavam o oceano sem fim que explorava bem o contraste com a embarcação. Subiu uma rampa e apresentou-se ao fiscal. — Sou Nico Baelish, desculpe o atraso. Por onde devo prosseguir?


OFF GAME:

Perdão Hizumy, não consegui desenvolver muito, espero que não tenha ficado tão ruim. :C




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Re: [01] Trabalho, espadas e amizade!

Mensagem por Hizumy em Dom 20 Abr 2014, 5:10 pm

Torneio Mundial Juvenil! 1ª Fight!


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Dom./14.09 - Clima: Tarde Soalheira de Verão. 28º graus C.

Realmente, o nome de Nico fora o último da lista a ser chamado. No momento em se dera conta que ainda restava um nome da lista, o árbitro  ficou confuso, pois não via mais ninguém do lado de fora. O porto estava completamente vazio, sem ninguém a vista.  Mas como diz o regulamento, o árbitro levou o den den mushi microfone aos lábios uma segunda vez e berrou com a sua voz já rouca e desgastada.

-  Nico Baelish! Concorrente  Nico Baelish!

 Por sorte o garoto estava próximo e ouvira o seu nome a ser chamado. Correndo apressadamente, o garoto apresentou-se ao fiscal que o esperava a bordo do navio.  

- Sim, sim! Se prepare que você será o primeiro a combater no grupo F...    Desejo-te sorte pirralho, o teu adversário é uma máquina de matar! Ah! Deixo-te este panfleto com as regras do torneio.



Só podia ser brincadeira. Mal entrara a bordo do navio e já teria que combater, ainda mais contra uma suposta máquina mortífera... Seria essa tal máquina o famoso supernova?
 A frente de Nico, o jovem caçador, estava o seu campo de batalha. Todo o "vagão" principal do galeão estava livre. Apenas os dois mastros os poderia atrapalhar, o que era difícil. Eram mais de mil metros quadrados de ringue.  Encostado ao mastro principal, um jovem garoto de longo cabelo branco e trajes orientais que mais pareciam um vestido. Seria esse o tal samurai de Wano? Mas então, porque estaria ele com um bastão e não com uma espada?

- Nico Baelish, este é o teu adversário... Fao Lee!


Ao ser pronunciado o nome do garoto a sua frente os outros participantes que assistiam sussurram entre eles.  Murmúrios circulavam de boca em boca, duvidavam sobre as capacidades do espadachim e já tinham como vencedor Lee. Mas quem seria esse jovem rapaz?
Sem esperar por formalidades o garoto aproximou-se do meio do campo de combate e, exibindo-se ao adversário, rodou de uma maneira incrível e surpreendente o seu bastão de um metro e meio por seu corpo. Algo que apenas um verdadeiro artista marcial conseguiria fazer.  

Fao Lee:

Spoiler:

  • Precisão: 6
  • Reflexo: 12
  • Defesa: 6
  • Força: 5
  • Espírito: 6
  • Velocidade: 10
  • HP: 90
  • SP: 110





Regras:


  • Todas as lutas decorreram no convés, terão um árbitro central que ditará o vencedor.
  • O perímetro da luta é de mil metros.
  • Aquele que perder a vida ou que erguer a toalha branca primeira será o derrotado.
  • São permitidos os usos de qualquer tipo de armas ou estilo de luta.
  • A duração dos combates serão de 5 minutos.
  • Se durante os 5 minutos ainda não existir um vencedor, aquele que estiver mais ferido será considerado o derrotado.
  • Uma vez que as lutas começarem não serão permitidas intrigas internas. Todos os problemas se resolvem no ringue.
  • Todo o barco poderá ser usado como ringue. Não podendo sair dos limites do mesmo, em risco de ser desclassificado.
  • Depois de 3 chamadas um concorrente não aparecer será desclassificado.

   
Harumichi:

Harumichi (Img):
Nome: Harumichi
Rank: B
Descrição: Harumichi é uma Ryou Wazamono, isto significa que ela é uma das 50 espadas de 1º grau, logo, é muito mais resistente, afiada e poderosa do que as espadas normais e comuns. Harumichi (Caminho para a Primavera) é a espada que busca pela harmonia e serenidade. Tem a capacidade de criar leves rajadas amenas de pétalas de cerejeira quando o seu possuidor está no Rank A. Até lá, cada corte seu é igual à -15 de Dano no oponente.

Off Game:


  • A partir de agora usa a espada como se fosse sua... Posta a descrição dela no fim dos seus post's xD
  • Sorry, o post não ficou muito bom..


 
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Re: [01] Trabalho, espadas e amizade!

Mensagem por Nico em Dom 20 Abr 2014, 9:13 pm


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Ficou sem palavras diante da sorte que o acompanhava naquele dia. Como se não bastasse os eventos anteriores, o descuido em tomar emprestado uma espada de valor notório, agora seria o primeiro a entrar em campo, sem sequer ter preparado-se. Ao menos acordou cedo para praticar e exercitar-se, de cãibra nos músculos ou indisposição não perderia. Deu de ombros, sacudiu a poeira, limpou o suor das mãos na bermuda, garantiu que o chinelo não escaparia dos pés, firmou a espada na cintura, respirou fundo e deu o primeiro passo para o duelo, a "máquina de matar" o esperava e Nico detestava atrasar-se para um compromisso importante.

Lhe entregaram um panfleto com as regras, e enquanto subia à bordo do galeão passou o olho por cima das palavras miúdas. Memorizou apenas que: Deveria matar ou fazer o oponente desistir para vencer, não poderia sair do ringue e teria 5 minutos para se manter intacto ou ganhar o duelo. Simplificar aquilo tudo o deixou mais confiante da própria força, não que fosse tão forte, no entanto garantiria algumas vitórias. O único que até então provocara reflexão ao que dizia respeito sua capacidade era o tal Supernova, por falar nele, tinha a certeza de que este não seria seu oponente.

Uma pequena escadaria, alguns poucos degraus subidos com ansiedade o levou ao ringue: O convés principal, era enorme! Mas a posição de um mastro em seu centro cutucava o padrão de "campo de batalha ideal" de Nico. Enquanto situava sua noção de espaço ali, notou alguém encostado na imperfeição do campo, um sujeito de cabelos claros e trajes orientais. Sentiu-se tão mal por suas vestes, aquela já teria sido a terceira ou quarta vez no dia. O nome do adversário era Fao Lee, exímio usuário de bastão sugeria sua performance de entrada. Imagine um cidadão qualquer, daqueles que se encontra numa ida à loja de suprimentos. Aquele era Nico no ringue. Juntou as pernas, postura ereta, juntou as mãos e curvou-se num longo cumprimento. — Perdoe minhas vestes, minha entrada no campeonato fora inesperada. Entretanto... — Falou baixo para que somente Lee o escutasse. Posicionou uma perna em frente à outra, curvou levemente as costas e sacou a Meitou, em princípio pesada, porém no instante em que a lâmina ressoava seu metal na bainha lembrou-se do conselho da mestra do dojo. "Seja sereno com ela, assim como seus cortes serão com o inimigo". Firmou as mãos no cabo e deixou que o peso da lâmina bambeasse no ar, apontando para o tronco inimigo, chacoalhou o pé para que os chinelos fossem atirados a alguns metros e focou seu olhar nos do inimigo. — Não posso deixar que vença. — Agora em tom mais alto e estridente, relaxava os pulmões, aguardando o começo do combate, não tinha certeza se havia começado ou não, por via das dúvidas não começaria atacando.


HP: 90
SP: 90

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Re: [01] Trabalho, espadas e amizade!

Mensagem por Hizumy em Seg 21 Abr 2014, 3:30 pm

Fao Lee, um inimigo e tanto!


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Dom./14.09 - Clima: Tarde Soalheira de Verão. 28º graus C.

Nico parecia confiante na sua vitória. Confiante na sua força de vontade e no seu talento com a espada, mas apenas isso seria o suficiente para derrotar o albino?

Atento, sem nunca desmanchar a posição que tomara após a fantástica exibição do seu talento marcial, Fao Lee ouvia cada palavra do jovem estrangeiro e guardava-as na sua memória para depois, quando Baelish estivesse a implorar pela sua vida, as poder cuspir na sua cara. Já até podia imaginar o final da luta. Ele, erecto de pé, mirando para o seu adversário de cima como se fosse uma mosca ferida, com as asas cortadas e todos os seus sonhos destroçados, a suplicar pela sua vida...

Saindo da posição e ficando de pé, equilibrou o seu bastão no chão e retirou o seu chapéu de palha. Voltou a agarrar no cilindro vermelho com a mão direita enquanto que na esquerda estava dentro do chapéu. Como uma luva de boxe. Provavelmente aquele chapéu tinha algum mecanismo, pois caso contrário seria impossível esconder o punho do garoto dentro de si. Revelando o rosto que até agora estivera escondido nas sombras, sorriu ao olhar para o garoto e pronunciou num tom calmo e suave.

- Que vença o melhor.  

 Aproximando-se do centro entre ambos os competidores, o juiz ergueu o braço para o céu e num tiro certeiro o feriu gravemente. O estouro do disparo fora o suficiente para dizer que a luta tinha começado. Em grande euforia e desejosos por sangue, o público da praça central não desviava o seu olhar por nada do ecrã. Queriam captar todos os movimentos daquele espectáculo juvenil. Até mesmo a sensei de Nico, que ao princípio ficou chocada por ver o seu estudante no ecrã juntamente com a sua meitou, estava agora ansiosa pelo combate.

 Fao Lee estava ansioso para dar espectáculo. A emoção era imensa. Todos aqueles olhares postos sobre si, todas aquelas expectativas... Era magnífico sentir aquela sensação a percorrer-lhe as veias. Desligando-se do mundo, o garoto perdera o brilho dos seus olhos. Transformara-se numa completa besta, num animal de combate. Dentro da sua cabeça só conseguiria ouvir agora as batidas do seu coração como se fossem um tambor. Os seus passos seriam passos de dança.

Fora uma fracção de milésimos de segundo. No momento em que o dedo do juiz estava apertando o gatilho, no preciso momento em que a bala estava prestes a deixar o cano e correndo para o céu, Lee pisou firme no solo e correu até o oponente. Corria com todas as forças de frente para o inimigo. Iria entrar logo de cabeça, sem nenhum plano ou coisa parecida, apenas usaria o seu instinto de lutador.

 Como fora dito, Baelish segurava a sua espada a frente do seu peito, tendo-a como um escudo, de certo modo. Com aquele muro afiado a sua frente, Lee esticou um pouco o braço direito, o suficiente para ter o seu bastão a altura da espada, e, num movimento impulsivo do braço para fora do corpo, afastaria a meitou do caminho deixando por 1 segundo o corpo do rapaz desprotegido. Isso seria tempo o suficiente. Em autentica sincronia, assim que o braço direito.. assim que o bastão empurrasse a lamina da espada para o lado direito, Lee entraria com a sua outra mão, escondida pelo chapéu, em direcção ao lombo do garoto.  
 Em termos de velocidade, ambos os garotos estariam empatados, tudo dependeria dos seus instintos e técnica. Sem esquecer que, caso Fao acertasse o murro em Baelish, bem, seria um grande ferimento, isto porque... aquele murro era tão pesado e forte como ferro.  



Fao Lee:

Spoiler:

  • Precisão: 6
  • Reflexo: 12
  • Defesa: 6
  • Força: 5
  • Espírito: 6
  • Velocidade: 10 m/s
  • HP: 90
  • SP: 110





Considerações...:


  • Fao Lee está usando o Busoushoku Haki no punho que está dentro do chapéu, escondido pelo mesmo, logo você não irá saber ao menos que seja atingido... pois o impacto irá despedaçar o chapéu de palha xD
  • Detesto narrar lutas, isso porque não sei ... Se estiver muito confuso avisa-me, por favor! Se tiver alguma fanfic que conheça que descreva bem os move das lutas e assim me manda, please! xD
  • Estou fazendo o Fao Lee usar o Busoushoku Haki para que você tenha contacto com ele e fique a saber o que é ..
  • Não se esqueça que tudo pode acontecer e foi fazer os possíveis para que você perca xD Lute a sério!  xD haha!

   

 
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Última edição por Hizumy em Seg 21 Abr 2014, 3:37 pm, editado 1 vez(es)
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Re: [01] Trabalho, espadas e amizade!

Mensagem por Nico em Sab 26 Abr 2014, 5:35 pm


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PELOS VELHOS TEMPOS




Para Nico, o mundo teria sido manchado pelo vazio esbranquiçado no mesmo instante do juiz posicionar-se entre os competidores e colidir o céu com o tiro. Ali, no "nada", existia apenas o contraste do preto e branco sobre ambos os combatentes, e em termos de "nada", o inexistente azul dos olhos de Nico eram ícones do quão impassível de emoções estaria. Ocorre que, não estava iniciando um ritual onde agiria inteiramente por instinto ou inteiramente racionalmente, tratava-se da forma como deveria concentrar-se num duelo em que qualquer coisa que não fosse ele ou Fao deveria ser desprezada.

O inimigo chegava cada vez mais próximo, sua movimentação sugeria uma impulsividade que não poderia ser controlada ou amenizada até que um dos dois estivessem estirado no mastro principal. A iris do jovem agitava-se de um lado ao outro compreendendo o que estaria Lee buscando numa investida direta, seu bastão movimentava-se cada vez mais na direção oposta a do braço com qual o segurava e tinha além de tudo o outro punho censurado pelo chapéu. "Preciso evitar aquilo", pensou. Não sabia o que estaria escondendo ali, uma arma, uma adaga ou o quê, no entanto, justamente por não ter a mínima noção deveria precaver ser atingido.

Deslizou o pé direito para a própria jogando o peso do corpo sobre a perna e então virando-se um pouco, num movimento com ambas as mãos, rápido, preciso e leve desferiu uma meia-lua com o lado sem fio da lâmina afim de ricochetear o bastão. No ato, o peso da haste atrapalharia o assalto e seria esta a brecha aproveitada, mesclada a conveniência da proximidade um do outro, Nico manteria o pé direito onde estava e então pisaria a frente com o esquerdo acompanhado pelo peso do corpo, num ataque de cima para baixo em diagonal da direita para a esquerda cortaria mirando no pescoço de Lee apenas utilizando sua mão esquerda para segurar Harumichi. Era um golpe com poucas falhas, se o adversário desviasse para a direita, seria atingido no ombro ou tronco, se desviasse para esquerda, o mesmo, abaixando teria a testa cortada e pulando o tronco ou perna. Ansiava então, apenas pelo sucesso.


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OFF GAME:


Bom, eu sou horrível narrando ações de luta também e sequer tive tempo de procurar alguma boa fic com boa luta. Mas devo dizer que está se saindo ótimo Hizumy! \O/
Qualquer dúvida sobre, MP. C:
Aliás, com base no quê posso estabelecer minha velocidade em m/s?



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Re: [01] Trabalho, espadas e amizade!

Mensagem por Hizumy em Sab 26 Abr 2014, 7:20 pm

Fao Lee, um inimigo e tanto!


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Dom./14.09 - Clima: Tarde Soalheira de Verão. 28º graus C.

O público ainda não o sabia, muito menos os seus competidores, mas no futuro, esta luta seria conhecida como "A Batalha entre as Bestas", e isso devido ao facto dos dois jovens, Nico Baelish e Fao Lee, serem duas autênticas bestas de luta, porém, qual seria a mais irracional e instintiva?

Essa, sem dúvidas nenhuma seria Fao Lee. Apesar de ter 5% do seu cérebro a funcionar racionalmente, os outros 95% o faziam actuar como um animal, louco, sedento por sangue e carne fresca.

O ataque do garoto parecia um sucesso, seria impossível o espadachim de Karate Island defender, todavia, os impossíveis tornam-se possível neste mundo de sonhos e vontades. Com um esquema que é tão complicado como simples, o garoto conseguia com sucesso interromper o avanço do bastão e os movimentos do oriental albino. Porém, algo não sairá como planeado para Baelish.  Foi uma questão de milésimos, assim que sentira algo a empurrar de volta o seu bastão, Lee interrompera o trajecto do seu punho, o puxando de volta para junto do corpo e largou espontaneamente o bastão encarnado, ergueu o corpo todo, ficando de pé, numa posição erecta e, com a mão que levava o bastão, agora livre e aberta caminhando em direcção a espada. A sua intenção era agarrar com a própria mão a espada, mas porque varia ele tal loucura.

Bem, devido a toda a emoção e correria que estava sendo aquela luta, talvez Nico não notaria num primeiro relance, mas assim que o cabo da sua espada tocara no bastão, uma mancha negra, saída da mão que se escondera no chapéu, alastrou-se velozmente por todo o corpo do albino, o transformando num ser completamente preto cinzento, como se o mesmo se transformasse num tipo qualquer de metal ou coisa parecida.

Mesmo que o albino não conseguisse agarrar a meitou do garoto, esta não o iria ferir... Não muito.  Além de que, o oriental não estava apenas se defendendo, pois, além de tentar apanhar a espada do miúdo com a mão, tinha o outro punho cerrado e indo na direcção do estômago de Nico, esta, ainda com o chapéu a escondendo.



Fao Lee:

Spoiler:

  • Precisão: 6
  • Reflexo: 12
  • Defesa: 6
  • Força: 5
  • Espírito: 6
  • Velocidade: 10 m/s
  • HP: 90
  • SP: 110





Considerações...:


  • Fao Lee está usando o Busoushoku Haki no corpo inteiro;
  • Detesto narrar lutas, isso porque não sei ... Se estiver muito confuso avisa-me, por favor!
  • Irei verificar no próximo post, mas se você tiver mais força que Fao Lee você conseguirá feri-lo um pouco, mas só um pouco..
  • Quanto a sua velocidade... Bem, a velocidade que você tem preenchida na sua Ficha de Personagem é a sua velocidade em m/s.

   

 
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Re: [01] Trabalho, espadas e amizade!

Mensagem por Nico em Seg 28 Abr 2014, 1:34 pm


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Magistralmente seu movimento de contra-ataque as intenções maliciosas do bastão funcionou e não poupou esforços para dar continuidade ao seu momento de sucesso, desferiu um corte na diagonal e enquanto seu corpo seguia o fluxo do ataque seus olhos percorriam o corpo de Lee, clamando pelo sangue do oponente sendo jorrado. Numa recuperação serena, antes do som sincronizado do bordão atingir o som, Fao erguia-se pouco a pouco ao passo que seu corpo era consumido por uma camada suspeita de tonalidade metálica, a mão esticada com palma pouco aberta sugeria uma tentativa de agarrar a lâmina. Os olhos de Nico arregalaram-se com a frustração, era tarde demais para parar o ataque.

Acrescentou força na base e velocidade na lâmina e prosseguiu com o corte, numa fração de segundo sentiu sua espada no corpo inimigo. A lâmina na velocidade em que se encontrava raspou na palma de Lee e a superfície alisada de ambos os metais se encontrando ressoou uma melodia aguçada para os ouvidos combatentes e espectadores. Ainda que a lâmina houvesse passado pela mão do adversário sem feri-lo ou ser danificada, Nico tinha muitas dúvidas e pouco tempo para bolar algo mais. "Akuma no Mi?", pensou, "Droga, o chapéu!!!" foi tomado novamente pela reflexão. Instintivamente rastreou a palha de relance em sua direção, atirou o corpo para a esquerda desesperadamente para fugir do punho, adaga, arma ou mesmo a camada escurecida ainda censurada.

Rolou um pouco após cair no piso de madeira do mastro principal, uma gota percorreu seu rosto e só então percebeu a intervenção da ação do calor de verão naquela luta. Se ficasse a batalhar sob aquelas condições climáticas, iria perder a consciência antes mesmo de ficar cansado. Ergueu-se cambaleando para trás e embainhou Haruichi, não era uma batalha que iria conseguir vencer usando-a em suas próprias condições atuais, tudo que resultaria seria no desgaste desnecessário de uma ótima espada que sequer sua era. O suor havia se alastrado um pouco mais pelo seu corpo, afim de evitar que deixasse a camiseta pregada, retirou-a. Não tirou o olhar de Fao por um milésimo, sim, este era o tempo de distração necessário para ficar em desvantagem ao que diz respeito velocidade. Estava próximo da borda do galeão, o vento quente chicoteava suas costas para alertá-lo, quando sentiu o chinelo que retirara no início do combate perto do pé direito uma ideia completamente suicida lhe veio à mente, no entanto era sua única chance.

Se realmente Fao Lee fosse um usuário de fruto demoníaco, aquele seria seu derradeiro. Mesmo que fosse só uma habilidade incomum daquelas que se encontra mundo a fora, o peso do próprio corpo traria para si a derrota. Chutou a sandália estupidamente na direção do rosto do asiático, esperando alimentar sua provocação. — Ei! Estou aqui! Isso é tudo o que você tem? — Talvez fosse o suficiente para uma besta domesticada no lar da chacina cair em cólera. Manteve o pé esquerdo a frente do corpo e assumiu uma posição desleixada, algo entre simplesmente manter-se de pé e estar preparado para algo.


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OFF GAME:


Ah sim, obrigado por sanar a dúvida.
Bom, tenho o dobro de força que ele. XD



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Re: [01] Trabalho, espadas e amizade!

Mensagem por Hizumy em Ter 29 Abr 2014, 12:47 pm

Fao Lee, um inimigo e tanto!


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Dom./14.11 - Clima: Tarde Soalheira de Verão. 28º graus C.

"SANGUE!SANGUE!SANGUE!"- Sangue, era tudo em que por segundos voava na cabeça do jovem Fao. A medida que a luta avançava para o seu êxtase, mais e mais a besta que estava dentro do garoto queria arrancar-lhe a própria carne e sair dali de dentro e pular para cima do jovem espadachim.  "NÃO!" - Num grito estrondoso impossível de ser ouvido, Lee recuperou o seu foco, espantando o seu animal interior para longe.

Foram breves os segundos em que teve a lâmina fria e gélida encostada na sua mão, sequer tivera tempo de fechá-la na palma e arrancá-la ao garoto como tinha planeado, o seu fantasma o interrompera, impossibilitando aquele plano e deixando o adversário fugir para longe. Além disso, ficara um pouco chateado ao ter aquela meitou pressionada contra a palma da mão. Ao senti-la, apercebera-se de que um pequeno e leve corte lhe fizera. Não tinha profundidade o suficiente para lhe atingir uma veia ou uma ramificação sanguínea, por isso não sangrara, mas, mesmo assim, ficara com um risco na mão. Deixando de lado a sua minúscula feria, o soco que dera no ar fora tão intenso que quebrara a barreira do som. Ao socar brutalmente o ar, além de um grande e estrondoso "POOF!" se ouvir, também um o pó ali acumulado se fez numa camada de névoa aglomerada, como se realmente tivesse atingido algo físico. O público alheio ficara de boca aberta pela estrondo e pelo facto do chapéu de palha se ter desfeito, mas o público selecto, aquele que realmente tinha experiência em combate, esse sim soube apreciar a verdadeira potência que aquela bala trazia. "Se aquilo tivesse atingido o de cabelo azul.. Ele já estaria no chão!" Disse um lutador que assistia a luta do lado de fora do ringue.

 Fao Lee não pensou muito, assim que notara que o seu ataque fora esquivado, rapidamente rolou para a direita e agarrou no seu bastão outra vez com a mão esquerda. Pôs-se de pé rapidamente, com receio de ser atacado pelo adversário. Durante um milésimo os seus olhos cruzaram-se com os de Nico, pela primeira vez em toda a batalha. Nesse momento, o garoto cometeu um acto estúpido. Retirou a camisola em plena luta. Aquela atitude poderia ter sido a causa da sua morte e quase foi. Fao Lee queria ataca-lo, mas também não o queria fazer. Por isso, agarrou bem o bastão e conteve-se o seu desejo sanguinário por um segundo.

O sol fazia-se cada vez mais e mais próximo do ringue. Estava tão próximo que Baelish não era o único a suar. O rapaz oriental também deixara escorrer uma ou duas gotas da testa, mas isso não o iria afortunar.  

 Num acto estúpido e espontâneo de reflexo, Fao atirou o seu bastão em direcção ao espadachim assim que viu um pequeno objecto voar-lhe na sua direcção. Era um chinelo. Mas isso já não importava. Pois, assim que o vulto se ergueu no ar, o garoto atirou o seu bastão vermelho que, devido a velocidade e a ciência físico-química da vida, perfurou a sandália mesmo no seu centro, sem a romper, e viajou pelo ar em direcção do oponente. Baelish tinha agora que se desviar de um bastão que viajava a grande velocidade e de sua própria chinelas, que ia espetada no bastão vermelho.

 O albino, mesmo tendo sido provocado pelo garoto, sequer o ouvira, tamanha era a sua concentração. Limitava-se a estar parado, numa posição normal, de pé, esperando para ver se o seu lançamento fazia alguma coisa.


Fao Lee:

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  • Fao Lee está usando o Busoushoku Haki no corpo inteiro;
  • Detesto narrar lutas, isso porque não sei ... Se estiver muito confuso avisa-me, por favor!
  • Post fraco... Sorry!

   

 
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Re: [01] Trabalho, espadas e amizade!

Mensagem por Nico em Qui 01 Maio 2014, 7:14 pm


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O jovem de cabelos negros correra certo perigo ao despir-se por conta do calor, mais um erro daqueles e a luta estará perdida para Nico, por sorte a brecha não fora aproveitada pelo asiático, no entanto este passou a portar-se de maneira diferente. Antes impulsivo, sanguinário e brutal demais para um usuário de bastão treinado nos dogmas centrados dos monges, agora parecia ter recobrado em confrontos obscuros consigo mesmo a consciência e postura que lhe era esperado.

O chinelo rodopiou no ar, a plateia que já não colocava fé na vitória do espadachim diante de uma atitude imatura como aquela certamente assumiriam a certeza da soberania de Lee, e comicamente foi atravessado pela ponta do bastão. Em princípio não entendeu o motivo de um ato tão radical para combater uma simples sandália, posteriormente permaneceu sem compreender. Todavia não tinha tempo para matutar a respeito da metafísica por trás daquele gesto instintivo, a velocidade da haste era ameaçadora e teria de fazer algo sobre.

Baelish em luta, não, em vida estava bastante perdido. Não tinha ao certo um estilo próprio ou uma personalidade marcante, mas aquele instante onde argumentou seu contra-ataque com determinada reflexão, aquele instante seria decisivo para o que viria a tornar-se num futuro próximo. "Dois anos treinando minhas técnicas com espada...", pensou, firmou a mão direita no cabo da lâmina e segurou sua bainha com a esquerda, fechou os olhos e pôs-se a ouvir o sibilar do bastão ao perfurar o ar. Estava próximo, e aquele seria o momento. Impulsionou-se para frente tão rápido ao desferir um corte horizontal, que causara a impressão ilusória de ter transpassado todo o cilindro rubro, mas em si era só a velocidade em sincronia com sua habilidade magistral empunhando a katana, esta talvez teria auxiliado com seu jeito delicado de ser manuseada.

Não duvidaria se o movimento houvesse durado mero segundo, os dois únicos ruídos que atingiriam o público seria o do deslocar de Harumichi ao sair da bainha e seu fio metálico sendo embainhado novamente. Não tirava o olhar azulado e impactante de Fao, agora que estava consciente de si seria um perigo ainda maior, contudo era prazeroso que estivesse são para ver seu bastão cortado em dois rumar para o oceano ainda mais azul que a própria íris da segunda "besta" ali em campo.

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Bom, basicamente tentei cortar o bastão ao meio horizontalmente, caso tenha ficado confuso.
Desculpe o turno fraco, não pensei muito no que fazer e estou exausto devido ao turno enorme que fiz em sua aventura Hizumy-san. ç-ç




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Re: [01] Trabalho, espadas e amizade!

Mensagem por Hizumy em Qui 01 Maio 2014, 9:30 pm

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Dom./14.12 - Clima: Tarde Soalheira de Verão. 28º graus C.

Fora assombroso. O público inteiro deixara de subestimá-lo após aquela magnífica demonstração de controlo e habilidade com a katana. A atmosfera mudara radicalmente, do nada, Nico Baelish era aplaudido e Fao vaiado.  "Tzck.." Lee não suportara aquilo. Como podia ele ser o alvo daquelas bocas imundas? Logo ele que desde o começo nunca subestimara o seu inimigo, pelo contrário, fora para cima dele com tudo que tinha, de frente; Ele que combatera de forma limpa... Eram vermelhos os seus olhos, como os de um demónio, mas ao encontrarem os azuis de Nico, perderam o brilho. Chateado, irado e frustrado, levara a mão sinistra a face e olhara cabisbaixo para o chão. Pela primeira vez, vira qual era a cor das tábuas daquela embarcação.

"Deixa-me Sair! Ou preferes ser humilhado por essa pobre criatura na tua frente?" Não havia dúvidas de que Lao estava no seu limite. Estava bravo o suficiente para liberar a sua fera, mas não! O garoto sabia que aquela luta não tinha razões justificáveis para matar alguém.

Apesar de estar com a mão no rosto e de saber que muito provavelmente o seu adversário não era tão honesto quanto ele, sequer tinha obrigação de o ser, Fao estivera desprotegido por dois largos segundos. Caso fosse atacado, aquele seria o fim da sua jornada. Mesmo sendo bastante superior tecnicamente, o seu psicológico fora destruído assim que recebera uivos da sua amada plateia. Mas, pelo contrário, caso não fosse atacado.... A história modificaria-se por completo. Iria, por fim, retirar a mão tremula do rosto, erguer o olhar em direcção a Nico Baelish e sorrir sadicamente.

Após isso, caminharia lentamente, passo a passo, em direcção ao jovem com a mão destra ligeiramente erguida e com a palma aberta. A meio do caminho entre ele e o jovem proclamaria em alta voz: - "Eu Desisto!" E esperaria que Nico Baelish o cumprimentasse.

Fao Lee não era estúpido. Sabia que de nada valia arriscar a vida naquele combate. Sem o seu bastão ele não era nada. É verdade que tinha o seu famoso Haki e este combinado com o seu estilo de combate corpo-a-corpo, a vitória seria possível, porém, aquele corte na mão causado pela meitou tornou óbvio que o seu haki ainda não era forte o suficiente para derrotar o aço da lamina de uma das lendárias espadas.


Fao Lee:

Spoiler:

  • Precisão: 6
  • Reflexo: 12
  • Defesa: 6
  • Força: 5
  • Espírito: 6
  • Velocidade: 10 m/s
  • HP: 87
  • SP: 110





Considerações...:


  • Você decide o desenrolar... Ou derrota pessoalmente o Lee, ou espera ele reconhecer a derrota...
  • Você decide, ou vai querer combater mais uma luta xD Ou recebe já o seu prémio xD
  • Decidi acabar assim por um simples motivo... Detesto narrar lutas.. Mas consigo safar-me se o personagem que estou usando estiver com alguma arma... Mas lutas corpo-a-corpo... esquece =.='' Além disso, os seus post's foram todos bons e lógicos, muito bem narrados! ^^
  • Post fraco... Sorry!

   

 
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Re: [01] Trabalho, espadas e amizade!

Mensagem por Nico em Dom 04 Maio 2014, 5:00 pm


Work hard!

PELOS VELHOS TEMPOS



O público foi à loucura com o contra-ataque de Nico, mesmo sendo simples 'inda que demandasse certa experiência, antes debochavam do quão capaz poderia ser e agora o louvavam e esbravejavam seu nome: "Nico, Nico, Nico!", diziam. Para o garoto, toda essa bajulação navegava em mares distantes de seus interesses, muito pelo contrário, sentia um incômodo, a sensação desconfortável de estar sendo exposto demais. Justamente o oposto, Fao parecia martirizar-se mentalmente, apoiado num dos joelhos, a expressão dele sugeria tamanha frustração que por um instante até mesmo o Baelish sentira um tanto de culpa.

Segurava ainda a bainha de Harumichi e com outra mão o cabo da espada firmemente, não sabia quando o oponente poderia simplesmente recompor-se e surpreendê-lo, afinal, sequer sabia os limites de suas habilidades nas artes marciais e não gostaria de abrir brechas para experimentá-las. De fato demorou para que Lee se levantasse e o espadachim deveria ter simplesmente cortado-lhe um ponto vital qualquer, porém não o fez. Tinha certo caráter consigo que o impedia de realizar esse tipo de gesto covarde, como atacar alguém despreparado num combate um a um. Mesmo estando numa desvantagem enorme, principalmente por conta dos poderes de fruto demoníaco do asiático.

Lee levantou-se maliciosamente, firmou ainda mais a mão na haste da espada a cada passo do próprio, e então quando ainda decidia como faria para derrotá-lo o adversário levantou a mão e desistiu do duelo. Instantaneamente abriu um sorriso simpático, por algum motivo estava feliz, mesmo não vendo glória alguma na vitória. De bom grado cumprimentou-o com um longo aperto de mão. — Obrigado pela batalha. Admito que o poder de sua Akuma no Mi é impressionante, tornar o corpo metálico, jamais imaginaria. — Comentou inocentemente, referindo-se a capacidade de encouraçar-se em aço do albino.

HP: 90
SP: 90
10 m/s

Harumichi:

Harumichi (Img):
Nome: Harumichi
Rank: B
Descrição: Harumichi é uma Ryou Wazamono, isto significa que ela é uma das 50 espadas de 1º grau, logo, é muito mais resistente, afiada e poderosa do que as espadas normais e comuns. Harumichi (Caminho para a Primavera) é a espada que busca pela harmonia e serenidade. Tem a capacidade de criar leves rajadas amenas de pétalas de cerejeira quando o seu possuidor está no Rank A. Até lá, cada corte seu é igual à -15 de Dano no oponente.

OFF GAME:
Optei por não finalizá-lo, não é do feitio do Nico agir de forma tão má.
Já receber o prêmio? Poderei ficar com a espada, mesmo sendo da mestra do dojo?
Obrigado, e bem, confesso que fico um tanto triste por isso. D:
Enfim, eu preferiria continuar até ao menos conhecer o tal samurai de Wano, assim o enredo da aventura não fica sem sentido.




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FRIENDSHIP:



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Re: [01] Trabalho, espadas e amizade!

Mensagem por Hizumy em Sab 10 Maio 2014, 1:44 pm

O Samurai de Wano!


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Dom./14.20 - Clima: Tarde Soalheira de Verão. 28º graus C.

O público clamava pelo nome do jovem novato, Nico Baelish, enquanto o valsavam também com uma calorosa salva de palmas. "Muito bem, garoto!" - "Eu sabia que você ia conseguir!". Diziam as bocas dos espectadores que o viram lutar uma batalha intensa de dois minutos.

Fao Lee conseguia sentir o calor que aquele aberto de mãos emanava. Nico tornaria-se num forte caçador de recompensas, mas por agora, apenas o poderia vencer em concursos como aquele, ainda era um diamante bruto que precisava ser polido.  

- "Akuma no Mi?! Isso não é um poder de uma Akuma no Mi! Chama-se Haki e qualquer um o pode aprender! Se quise..... "

Fao Lee, um pouco chocado e surpreso pelo companheiro não conhecer o Haki, explicava-o quando fora interrompido pelos juízes do galeão que o afastaram do garoto. Levado pelos árbitros, Lee desapareceu no meio da multidão e NIco... Bem, Nico teve o seu braço direito levantado pelo juiz de batalha, o declarando assim o vencedor daquela luta.

Baelish estaria a aproveitar o momento de glória quando de súbito sente duas almofadas gigantescas a apertarem-se contra a sua nuca. Sua sensei o abraçava por de trás, deixando os seus avantajados cheios encostarem no rapaz e chamarem a atenção de muitos dos bárbaros que ali estavam.

- "Muito bem, garoto! Não sabe como me deixou preocupada! Vi a sua luta e...  acho que a mereces... "

Disse a sua sensei, referindo-se a meitou que o rapaz levava consigo. Tudo parecia estar a correr bem para o garoto. Ganhara a sua primeira luta, uma meitou da sua sensei e conquistara o coração da plateia que agora o apoiava. Até mesmo o sol e as águas do mar se conjuravam a seu favor, brilhando e harmonizando a atmosfera.

- "Nico Baelish... Aproxime-se por favor, o seu próximo adversário o espera!"

Nico tivera uns dois minutos para recuperar o fólego, dois minutos que foram ocupados com a barabenização  da sua sensei e pelo uivo de felicidade da plateia.  O campo de batalha seria o mesmo em que lutara contra Fao Lee, o seu adversário, um espadachim, tal como ele.
Assim que puseram-lhe os olhos em cima, o local pôs-se em silêncio supremo.  Trazia vestes estranhas, tão parecidas, mas tão diferentes das de Lee. " W-Wano... O Samurai de WANO!" Gritava incrédulo alguém da multidão.

 O seu nome era conhecido por todos, era um dos homens mais procurados de todos os quatro Blues e da Grand Line. Só a aura que emanava naquele lugar deixava a grande maioria com as pernas a tremer, não seria uma luta fácil para Baelish, muito provavelmente, sequer seria uma luta, mas sim um massacre...


Nanashi-San:



Precisão: 69
Reflexo: 120
Defesa: 60
Força: 57
Espírito: 34
Velocidade: 90 m/s
HP: 220
SP: 300

Off::


Desculpa, desculpa, desculpa! Desculpa a demora do post e a qualidade! Não tive muito tempo para postar por causa dos exames, mas já acabou essa fase, por isso estou de volta! Mais uma vez, Desculpa!
   

 
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Re: [01] Trabalho, espadas e amizade!

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